Diálogos

Sketch 2012-12-08 19_30_19Buscamos através de diferentes olhares o compromisso com a realidade criativa.

A arte parte do princípio de ser comum; ainda que confortável, pendurada em galeria, exposta com barreiras de contato, aqui a gente enxerga o que vêm, para poder chegar mais próximo do outro.

Quando o outro se aproxima,  integra-se no “hum”… de si mesmo.

A função de ser coletivo passa pela necessidade do “em comum”.

Em comum a necessidade deixa de ser, passa a estar…
Estando, enxergamos as necessidades por reflexo.

Existência se conjuga no gerúndio _

Ir de encontro: sem função de fim; objetivando nos meios a qualidade de poder/ fazer parte, eqüidistante entre processo e obra.

Passa onde os olhos enxergam.

*

Clarisse,

há quem espreguice necessidade de oxigênio, no entanto as carnes, pesadas, pre-guiçosas! rangem memórias que turgem inflacionadas em um quê de qualquer coisa(s)

Eu preguiço.
Estendo
Esmoreço
uma câimbra ácida, laica! lática
in-teresso-me por visões que me acometem por tais câimbras. extingue os miúdos míopes dos e-nervos que covardes se guardam por detrás destas retinas dolosas.
Safadas!
Me acordam em desespero, e de não saber o que fazer, não o faço.
Me sinto todo. leão lático!
…se a perversão é o entre, este espasmo me goza!
– Te introduzo. Por vezes repetidas, jamais uma palavra se dá por igual inteiro.
perdendo chão-s. a-tensão ascende. quando menos espero, uma palavra que pela primeira vez aqui, Te lembra.
e finalmente me Acorda!
((( lê-se na bíblia, Jah! Deusa perversa que metalíngua seu eros no Pan que resvala qualquer coisa…

 Sem mais,

R.

………………………………………………………………………………………..

 

 em rede 

                                                   Tags: Arte, efêmero, sinestesia, processo, urbano,imersão, rizoma

Proj. retrovirus

O processo de vida

O vírus é levado (por algum meio) até uma célula compátivel com seus sítios de ligação;

Adsorção: O vírus adere à célula hospedeira;

Injeção: O vírus injeta seu RNA e enzimas virais dentro da célula hospedeira;

Eclipse: O vírus sintetiza DNA a partir de seu RNA, e liga esse DNA ao DNA da célula hospedeira.

 Rizoma:

O rizoma conecta um ponto qualquer com outro ponto qualquer, e cada um de seus traços não remete necessariamente a traços da mesma natureza, ele pôe em jogo regimes de signos muito diferentes, inclusive estados de não-signos. Nao é feito de unidades, mas de dimensões. Nao tem começo nem fim, mas sempre meio, pelo qual ele cresce e transborda. Ele constitui multiplicidades. Em resumo, o rizoma representa o espaço e tempo livre. Constitui-se por zonas de intencidades contínuas. Deleuze – Guatarri

Sinestesia:

União/junção de sensações concomitantes que promovem uma experiência única. Transe, efeito colateral de experiências psicodélicas. A sinestesia dentro do Processo artístico: Analisando casos isolados de processos de criação de artistas de diferentes atuações, percebe-se que em alguns casos de sucesso, os mesmos tendem a aprimorar seus respectivos processos criativos por meio do domínio das linguagens que compôem o todo de sua obra.

 Sinestesia:  [De sin-1 + -estes(i)- + -ia1.] S. f. 1. Psicol. Relação subjetiva que se estabelece espontaneamente entre uma percepção e outra que pertença ao domínio de um sentido diferente. “Avista-se o grito das araras.” João Guimarães Rosa, Ave, Palavra, p. 91); “Tem cheiro a luz, a manhã nasce… / Oh sonora audição colorida do aroma!” Alphonsus de Guimaraens, Obra Completa, p. 100). 2. Sensação, em uma parte do corpo, produzida pelo estí­mulo em outra parte. [Cf. cenestesia e cinestesia.]

…Em poucas palavras; Enfrentamento!

 Imersão:

Portanto, é a condição de habitação revelada por toda experiência de construção, que se expressa por meio do jogo da relação de sentido entre ambiente e usuário, entre conceito e experiência. Sérgio Bairon : http://www6.ufrgs.br/seermigrando/ojs/index.php/InfEducTeoriaPratica/article/viewFile/4936/3342

Necessidade

É um conceito relativo, cuja precisão reside apenas no âmbito circunscrito a determinada cultura.
Portanto, Continua sendo a mesma, a mãe da invenção?

O processo:

Salvo a necessidade artística, temos como próprio meio interventivo aquilo que caminha. Ou seja, não nos interessa a obra pronta, mas o caminhar que a constitui.

A cada passo dado, estamos em um outro lugar. Logo, a obra em si, seria a representação morta do que jazz naquela idéia.

O processo como obra, e a obra como memória.

A memória revê, enquanto o imaginário transVê. Manuel de Barros-Janela da alma.

Sugerimos o processo como capacitador do imaginário.

Urbano:

Fala-se nas transformações da modernidade que geraram um clima perceptivo de superestimulação, distração e sensação, caracterizado por Simmel, como “o rápido agrupamento de imagens em mudança, a descontinuidade acentuada no alcance de um simples olhar e a imprevisibilidade de impressões impetuosas” (1987, p.12), passagem referncializada por Leo Charney (2004, p. 317), ao destacar a relevância do “instante”, captado em meio “ao ambiente de sensações fugazes e distrações efêmeras, para “as possibilidades de experiência sensorial em face do caráter efêmero da modernidade” (2004, p. 317), a que vão se dedicar alguns filósofos e a que Charney associa a nova forma de experiência no cinema. O moderno como momentâneo e fragmentário será estudado por Walter Benjamin (1989; 2006), por exemplo, a partir da análise da vida urbana, mais especificamente de Paris, e da obra Baudelaire, que definiu o moderno como a tensão paradoxal entre o fugaz, o efêmero, e o eterno. Tais aspectos atam-se à captação e à vivência do “instante” relativo ao processo de etropolização que caracteriza a vida moderna. Aí, como sublinha Simmel, o indivíduo e o grupo realizam-se em um ambiente social artificialmente produzido por eles mesmos (a cidade moderna) e onde são dominados pelo aspecto tecnológico da existência. A tecnologia condiciona os ritmos e os ritos da vida moderna nos centros urbanos, bem como afeta a produção da cultura midiática. Nesta perspectiva que caracteriza a modernização e a metropolização da sociedade, é que, ao discorrer sobre a vida privada no Brasil, o historiador Nicolau Sevcenko explora o fluxo de transformações causado pelos novos recursos técnicos que levam a reorientar a percepção humana. Desdobra essa observação geral para apreender o impacto das então novas tecnologias que condicionaram o desenvolvimento da cultura midiática, bem como

afetaram as expectativas da sociedade e os projetos de cada indivíduo. Sobre isto, declara: “As novas tecnologias, conquanto envolvam procedimentos e recursos que são postos e operados no espaço público, mas agenciam os desejos e as disposições psíquicas mais íntimas de cada um, influenciando a esfera mais estreita de suas deliberações em âmbito privado e interagindo decisivamente com esta (Sevcenko, 1998, p. 520-521).

http://www.compos.org.br/data/biblioteca_205.pdf

 Comentários 

O virus terá que ser atraente aos olhos de quem o ver, interessar aos que sofrer a adsorçao sendo capturados para que a cura não seja imediata como uma simples virose. Há de ser um virus sem volta.

Noto um processo nos conceitos acima propostos :

Necessidade – Imersão – sinestesia – Urbano

… Divagando sobre as cidades no intuito de encontrar um norte ou um sul mesmo achando que seria mais belo encontrar um leste ou um oeste. Enfim:

Sabemos que ha algo de errado nas cidades…Penso que esse palco em que se dá o consumo, …

Gostaria de saber o que as pessoas diriam se perguntássemos a elas o que é Cidade;

Qual é o sentido? Qualidade de vida, o que se espera com isso?

“El artista es a su pueblo, lo que la medicina es al cuerpo” Gabriela Mistra

#imersão- necessidade – processo/ Enfrentamento
 
 “Pode-se afirmar sem rodeios que a arte pode ser necessária. Ela dispõe de uma certa força, comprovada constantemente por meio de mutabilidade e capacidade de reagir diante de novas circunstâncias. Ultrapassando o seu caráter espetacular, a função da arte, que se resumida tradicionalmente em monumentos e símbolos representativos, acaba sendo redefinida diante de opiniões publica. Os artistas tem desenvolvido diversas formas de atuação com intuito de criar espaços, estimular a comunicação, incentivando as pessoas, exigindo participação, seja para destacar e polarizar temas, ou seja, simplesmente para contar historias e divertir”. 

Pallamin, Vera M. (Organizadora) Cidade e Cultura.

 lugar/  nao-lugar/  entre-lugar/  espaço

Lugar – podemos definir como algo estático e que está.
Espaço – é passivo de mudanças, é dinâmico e sempre será o que é, mesmo efemero, sempre É o espaço. Espaço Urbano, Espaço verde…
Nao-lugar – é o espaço que está disponível: alugar!-

 

Para Certeau, “cada obra é habitável como um apartamento alugado”
A lugar = Nao-lugar

Debate sobre ação urbana com Heiz Schutz:

http://www.forumpermanente.org/.event_pres/simp_sem/ciclo-de-debates-arte-publica/palestra-com-heinz-schutz

 Ordenando a ciência com os fatos cotidianos…

Sobre os conhecimentos agregados da semana:

 

O espaço de convivência / o processo otimizador de informações.

Tudo é muito certamente definido, conceitualizado, delimitado. Conhecemos ” tudo”, mas tal conhecimento nos distancia pelo excesso de foco. As identidades são tão delimitadas que se tornam  ícones, e o que foge do pré determinado é excluído por falta de “identificação binária.” , se não tem rótulo é marginal; não que a condição marginalizante seja um fator negativo, mas no contexto, ou valoriza-se pela originalidade, ou desagrega por subversão.

A contemporaneidade tem um teor de hipocrisia que ultrapassa qualquer temporalidade, pois somos conhecedores dos reflexos sociais de outras épocas, no entanto nos politizamos para uma finalidade de coação – ato de integrar a sociedade aceitando as normas, morais, valores.

Deveríamos pensar nessa estética do caos: promover gráficos das áreas do conhecimento humano em diferentes épocas e pesquisar o reflexo disso no meio. Então inserimos chips nos indivíduos para acompanhar essa delimitação espacial que o conhecimento gera…. talvez o tema seja usar das linguagens como linguagem, buscar retroagir as áreas amplas em focos específicos-indivíduos.

Sim, existem várias pessoas que utilizam os gráficos como conceito artístico. Que bom!

Só sei que no fundo tudo acaba no duelo de egos, selfs, beleza, poder: de conhecimento.

-Contemporânea é a vaca, que plena pasta e busca um espaço de sombra junto ao rebanho-

O rizoma – cognição de forma não seletiva a qual estamos sujeitos?

Pós -produção, Nicolas Bourriald

Lembrando que o rizoma seria uma rede imanente, logo a idéia de cognição coletiva pode ser pertinente, mas sugerir que seja ” não seletiva” acho que até faz sentido mas requer contexto.

Para Bourriald, o conceito de pós -produção nas artes contemporâneas significam a metalinguistica artística– a linguagem das linguagens já existentes, para tanto, temos Duchamp como proponente mor.

Nessa linha de raciocinio, o autor dispôe do conceito de Superprodução: como um Ecossistema cultural, onde não há diferença entre trabalho, gestos e observadores- Tudo/todos somos observadores, e esse seria o marco zero da pós-produção como linguagem artística.

Portanto, essa “massa” de signos e interpretantes (trabalho, gesto, observador) seria a constituição do Rizoma(conclusão minha). O que explica o porque da dissolução da tal ” seletividade”.

Em resumo: contexto/genero/obra = superfície/deriva/rizoma

Prática da Deriva:

                                                                        O ambiente urbano como estud(i)o;

                                                                                                                                   O resultado é imanente

 

Tempo-espaço alternativo:

Reprodução do múltiplo- atribuições não precisas- o repertório vem do comportamento do visitante/observador= articulação de linguagem.

Para Lacan, O inconsciente não é individual nem coletivo, existe no (entre-dois)- Encontro que é inicio de uma nova narrativa-

.

.

Rizoma

.

.

  “Inserção no fluxo da produção: As coisas e os pensamentos crescem ou aumentam pelo meio, e é aqui que temos que nos instalar, é sempre este o ponto que sede”.

.

 o ” navegar” torna-se a prática artística.

 … pois a arte é uma atividade que consiste em produzir relações com o mundo, em materializar de uma ou outra forma suas relações com o tempo e espaço – Sobre Bachelard.

Performance como linguagem- Renato Cohen

Essa parte sugere minha “crítica” sobre o acontecimento– explica aquela angustia que não tava sabendo explicar a origem…

A performance está antologicamente ligada a live art= aproximação direta com a vida –que é onde eu enxergo a poética deste acontecimento/experimentação. O espontâneo, natural, em detrimento do elaborado, ensaiado.

Posição viva, modificadora- contínuo movimento.

 Para contribuir mais com a ideia do movimento : “Deleuze – Imagem Movimento”

 La imagen-movimiento y sus tres variedades – Segundo Comentário de Bergson

La crisis histórica de la psicologia coincide con el momento en que cierta posición se hace insustenible: la que consistía en poner las imagenes en la conciencia y los movimientos en el espacio. En la conciencia no habría más que imagenes, cualitativas, inextensas. En el espacio no habría mas que movimientos, extensos, cuantitativos. Pero como pasar de un ordem al otro? Como explicar que los movimientos produzcan de golpe una imagen, como sucede en la percepcion, o que la imagen produzca um movimiento, como sucede en la acción voluntaria? Si para explicarlo se invoca el cerebro, hay que dotarlo de un poder milagroso. Y como impedir qu el movimiento no sea ya imagen, al menos virtual, y que la imagen no sea ya movimiento, al menos posible? Finalmente lo que parecia no tener salida era el enfrentamiento del materialismo y el idealismo, uno queriendo reconstruir el orden de la conciencia con puros movimientos materiales  y el otro el orden de l conciencia del universo con puras imagenes en la conciencia. Había que superar a toda costa esa dualidad de la imagen y el movimiento, de la conciencia y la cosa. Y, hacia la misma epoca, dos autores muy dferentes iba a emprender esta tarea, Begson (toda conciencia es algo) e Hurssel (toda conciencia es conciencia de algo)“. (DELEUZE: 86)

Cerne da minha justificativa:

” Para a conceituação mais aprimorada da performance, lidamos com duas dificuldades básicas: Primeiro; da performance, temos alguma documentação– fotos, relatos, descrições- o que não contribui, contudo, para uma real tomada de contato com esses espetáculos. É claro que a dificuldade de falar-se sobre algo que não se presenciou é extensível a qualquer análise de arte, mas, no caso da performance, esta dificuldade é maior pelo fato de estarmos lidando com o que Schechner chama de Multiplex code= resultado de uma emissão multimídica (drama, vídeo, imagens, sons, etc), que provoca no espetáculo uma recepção que é muito mais cognitivo-sensória do que racional. Nesse sentido qualquer descrição de performance fica muito mais distante da sensação de assisti-las, reportando-se, geralmente, essa descrição ao relato dos ” fatos acontecidos” (interesse maior de ” como”, do que ” o quê” R.Cohen

 A primeira sensação é passado, aconteCEU e portanto morreu enquanto performance. O vídeo, ressuscita?

Rizomatizar a performance, assim podemos conectar as informações independente do fator temporal das mesmas, ainda que o estímulo/objeto inicial seja de cunho sensório, portanto imediato, a possibilidade de hibridizar tal informação, transformando em sintoma rizomático, justifica a ” pós-produção” do mesmo.

Partindo da minha perspectiva do ocorrido, seria algo assim:

Sugerimos um ” estímulo” no cotidiano urbano. A observação/ documentação do mesmo estaria como um proponente na poética do transeunte que habita os espaços percorridos pela nossa ” intenção artística”.

Não há como delimitar conclusões prévias – Mas recorremos a sustentar a intervenção no tempo/espaço urbano.

:

 discussão como  linguagem e não como obra

Se um lugar pode ser definido como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode se definir nem como identitário, nem como relacional nem como histórico definirá um não-lugar.

“A hipótese aqui defendida é a de que a super modernidade é produtora de não-lugares, isto é, de espaços que não são em si antropológicos e que não contrariamente a modernidade baudelariana* não integram lugares antigos -lugares de memória”.

Argé, Marc em Não Lugares – ed. Papirus

Michel de Certeau propõe, das noções de lugar e de espaço, uma analise que constitui, aqui, um antecedente obrigatório. Ele não opõe, por sua vez, os lugares aos espaços, para ele é um lugar praticado, um cruzamento de forças motrizes: são passantes de que transforma em espaço a rua geometricamente definida pelo urbanismo como lugar.

Merleau-Ponty que em sua Fenomenologia da percepção, diferencia do espaço geométrico o espaço antropológico como espaço existencial, lugar de uma existência de relação com o mundo de um ser essencialmente situado em relação com o meio.

Acredito no espaço rizomático; aquele que agrega o todo e não se aprofunda na etimologia, pois a memória estaria implícita em nossa capacidade ordenadora.

-As definições são  imprescindíveis, mas o resultado é inevitavelmente simples-

:

Não-lugar-  o que nos resta é refletir (espelho) no outro

Declaração aos olhares encabulados ou indiferença cotidiana

Necessidade de conscientização – se estudamos para intervir, subentende-se que cremos no diálogo, contato, promoção de uma percepção integradoraO que define uma coisa da outra, é de fato a questão estética e poética, não que estejam distantes, mas paralelos a mesma filosofia.

Quando vc cita a “indiferença cotidiana” e em seguida quer “provocar o indivíduo” , estabelece um código comunicativo, sígnico  amplo…. pois cada local de “individualização” que exemplifica, é também um não-lugar.

Enquanto elementos interventores devemos entender os signos de forma lacaniana: que não seja nem individual nem coletivo, mas o (entre-dois) desse espaço/não-espaço.

.

Lugar de enfrentamento

.

 ideologicamente existe um caminho que representa a sustentabilidade da obra, acredito que discutir as viabilidades desta sustentabilidade dentro da performance seria o nosso “fator responsável” enquanto agentes perceptivos

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