Modernidades…

6 05 2010

                               “o ser humano produz obras… e a gente se serve delas”.

Artistas que inserem seu trabalho no dos outros contribuiem para abolir a distinção tradicional entre produção e consumo, criação e cópia, Ready-made e obra original[…] já não lidam com matéria prima. p. 8
Estética relacional : Convívio e interação da produção de socialidade inter-humana- Relação– Pós-produção:
Dedução de novas formas de produção a partir de uma rede – Releitura.
Inserção no fluxo da produção: ” As coisas e os pensamentos … crescem ou aumentam pelo meio, e é ai que a gente tem de se instalar, é sempre este o ponto que cede”. Deleuze
Composição x programação da forma: Transfiguração do elemento bruto x utilização de dados – Manipular, reordenar e lançar –
“Não procure o significado, procure o uso”. l. Wittgenstein.
Toda obra resulta de um enredo que o artista projeta sobre a cultura. p. 14
Dj, internauta, atuação artística na pós- produção. Os 3 são semionautas que produzem antes de mais nada percursos originais entre os signos:
Internauta; conexões específicas entre sites díspares,
Dj; Copia/cola circuitos sonoros relacionando produtos gravados,
Artista P.P; “Navegação que torna-se a prática artistica” Duchamp.
Arte= Jogo entre todos os homens de todas as épocas. Duchamp
Arte contemporânea:  Gerador de atividades, navegação entre redes de signos, inserções de formas em linhas existentes.
Dissolução de fronteiras: Consumo/ produção
Obra- enredo múltiplo/ híbrido – cadeia de contribuições.
Agente ativo – enredo resumido – rede/ teias
Gerar comportamentos; potencializar reutilizações – Contradiz a cultura passiva.
Duchamp: Cultura do uso; o sentido nasce do uso, colaboração/ negociação entre *artistas e colaboradores. P. 17
* Comunismo formal
O uso dos objetos
Marx: No primeiro caso os indivíduos estão subordinados a natureza,
No segundo caso, subordinados ao produto de trabalho -capital -produção -comércio inter-humano= moeda.
Duchamp; transporta o segundo caso (processo capitalista), para a arte. p.19
Escolher e fabricar= produzir e consumir; virtude do ready-made.
(processo polêmico na époco em virtude da ideologia cristã: formalismo)
Usar um objeto é necessariamente interpretá-lo, as veses, trair seu conceito.
O uso é um ato de micro pirataria; o grau zero da pós- produção. p. 21
Cada obra é habitada como um apartamento alugado. Certeau
Artistas pós-produtores são os operários dessa reaproximação cultural. P.22
O uso do produto
Apropriação- primeira fase da Pós- produção – Desde Duchamp, o artista é autor de uma definição – o ato de escolher é suficiente para fundar a operação artistica –  atribuir uma nova idéia a um objeto é, em si, uma produção.
Pop art – orientam o olhar para a compra – impulso visual com o  objetivo de explorar uma nova matéria iconográfica = mecânica da frontalidade visual.
Cidade: autor múltiplo e anônimo – Ninguém consome, “isso”se consome. P.23
Pós- Produção, Nicolas Bourriaud. Martins Fontes, 2004.
Anúncios

Ações

Information

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: